Não foi fácil, aliás como se esperava, mas a selecção nacional portuguesa conseguiu subir ao Grupo I da Zona Europa-África da Taça Davis depois de um fim-de-semana digamos singular na Moldávia, dada as vicissitudes que envolveu a eliminatória. Todos nós tivemos acesso quer por imagens da Sport Tv, na caso dos singulares, quer através de Streamings em que podemos acompanhar o encontro de pares na internet, pois caso contrário algumas situações não sei se acreditaríamos. Estou a referir-me à categoria da arbitragem (que acabou por limitar a natural evolução da eliminatória). Mas o mais importante de tudo, Pedro Cordeiro e seus pares conseguiram o principal objectivo e não há dúvida que estão de parabéns. Sublinho igualmente a prestação de Rui Machado que quando foi preciso decidir, decidiu com enorme classe e categoria...
Depois do primeiro dia da eliminatória, foi muito importante a vitória do par Gastão Elias/João Sousa diante da "parelha" Borvanov/Ciumac. Com Gastão Elias em nítida falta de ritmo competitivo, João Sousa acabou por ser importante na forma como disfarçou tal facto. No final, o par português venceu em apenas 3 sets (importante até em função da condição física para o último dia), pelos parciais de 6-3; 6-4 e 6-3. Entrava-se assim no último dia da eliminatória com uma vantagem preciosa (2-1).
Depois do primeiro dia da eliminatória, foi muito importante a vitória do par Gastão Elias/João Sousa diante da "parelha" Borvanov/Ciumac. Com Gastão Elias em nítida falta de ritmo competitivo, João Sousa acabou por ser importante na forma como disfarçou tal facto. No final, o par português venceu em apenas 3 sets (importante até em função da condição física para o último dia), pelos parciais de 6-3; 6-4 e 6-3. Entrava-se assim no último dia da eliminatória com uma vantagem preciosa (2-1).
