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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Australian Open 2013: Sousa fez o possivel

 
 
 
O nº 1 nacional, João Sousa, fez os possiveis diante de um dos "monstros" do actual circuito ATP. Ainda por cima, com condições metereológicas adversas (fez muito calor hoje na cidade australiana), A. Murray não facilitou e desde cedo foi notória a sua intenção de "despachar" o mais cedo possivel o encontro. No entanto, viu-se o tenista vimaranense algo desinibido, ora com boas pancadas do fundo do court, mas de quando em vez, sempre que possivel, procurando concluir os pontos na rede.
 
Foi sem dúvida, uma óptima experiência para João Sousa, que estreou-se num dos principais palcos de Melbourne Park - na circinstância -, a Hisense Arena perante um adversário notoriamente com um nível e um ritmo que o tenista luso radicado em Barcelona não está habituado. No entanto, é com estes encontros que Sousa irá crescer, pelo que a prestação do tenista português foi muito boa neste primeiro Grand Slam da temporada. Quanto a A. Murray, confirma o bom momento, esperando-se um "duelo" titânico nas meias-finais diante de R. Federer. Veremos de tal acontece...

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Australian Open 2013: João Sousa na 2ª Ronda

FORÇA JOÃO
 
João Sousa necessitou de três sets para seguir em frente - Foto A.Johnsson
vs John-Patrick Smith (Aus/237 ATP) 6-4;6-1;6-4
 
Próximos adversário: (3) A. Murray

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Os "cinco mosqueteiros" e a temporada 2013...

João Sousa parte como nº 1 nacional - Arquivo Abola.pt
Á entrada para a nova temporada, nunca, esteve tão aberto o “campeonato” entre os tenistas portugueses para chegarem ao fim de 2013 como o nº 1 nacional. Essa situação como não podia deixar de ser tem a haver com várias incidências. Desde as recentes lesões de Frederico Gil e Rui Machado, à simultânea evolução de João Sousa, Gastão Elias e Pedro Sousa. Todos eles tem legítimas aspirações para chegarem ao final do ano como nº 1 nacional, uns mais do que outros, numa luta que terá certamente numerosos obstáculos.
 
Efectivamente, Gil e Machado tem uma experiência diferente, para melhor, do que os restantes três potenciais adversários. Ninguém pode esquecer a marca de Gil ao ser o primeiro luso a chegar a uma final ATP (Estoril 2010), e com um par de grandes resultados no circuito que lhe proporcionou chegar a nº 62 mundial (Abril 2011). Já Rui Machado entrou no Top-60 mundial, "alojando-se" na posição 59 da hierarquia mundial (o melhor posto jamais ocupado por tenista luso). Aos restantes três candidatos ninguém lhes pode tirar predicados: irreverência e talento.