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domingo, 6 de outubro de 2013

ATP 500 Pequim: Djokovic conquista 4º título na China

A despedir-se ao cabo de 101 semanas no comando do circuito ATP, Novak Djokovic registou uma boa exibição no Complexo Olímpico de Pequim, conquistando o 4º título na prova, ele que nunca perdeu na capital chinesa, uma vez que não disputou a edição 2011, tendo vencido em 2009, 2010 e 2012. Uma hora e vinte sete minutos foi o tempo suficiente para lograr uma vitória importante pelos parciais de 6-3 e 6-4 frente ao seu grande arqui-rival do momento. 

A final começou com dois jogadores com estados de espírito algo diferentes. Novak Djokovic a revelar uma linguagem corporal mais positiva, Rafa Nadal surgiu algo inibido nesta final. Rapidamente, Djoker chegou a uma vantagem de 3-0 e 4-1 no 1º set, período em que fez valer a sua maior agressividade nomeadamente na esquerda paralela. Já, Nadal esteve algo apático, nunca conseguiu fazer as suas transições defesa/ataque avassaladoras e acabou por ceder o 1º set por 3-6 em 36 minutos. Já, a segunda partida foi algo semelhante. O sérvio conseguiu de entrada romper o saque do espanhol, confirmou a vantagem com 2-0 e acabou por gerir o encontro da melhor forma. O agora nº 1 mundial nunca conseguiu verdadeiramente ameaçar os jogos de serviço de "Nole" que assim acabou por "assinar" uma importante vitória ao cabo de 1 hora e 27 minutos. 

sábado, 5 de outubro de 2013

ATP 500 Pequim: Final mais do que esperada

Os dois melhores jogadores da actualidade, Rafael Nadal e Novak Djokovic irão discutir o título no China Open, evento a contar para o ATP World Tour, e de categoria 500 na hierarquia do actual circuito mundial. Enquanto Rafael Nadal precisou apenas de 6 jogos de encontro para assegurar a presença no encontro decisivo, Novak Djokovic confirmou o ascendente no seu mano-a-mano face ao francês Richard Gasquet. 

O espanhol Rafa Nadal esteve apenas 38 minutos em court quando o seu opositor nas meias-finais em Pequim abandonou com problemas físicos. Thomas Berdych ainda foi assistido no balneário mas mesmo assim não conseguiu discutir o "duelo", tendo mesmo abandonado o court de forma inglória. Já, Novak Djokovic necessitou de 1 hora e 20 minutos para vencer o nº 10 mundial, Richard Gasquet com os parciais de 6-4 e 6-2, garantindo assim a sua quarta final consecutiva em Pequim, e o seu 19º encontro seguido sempre a vencer na capital chinesa. 

Este domingo são muitos os motivos para termos uma grande final. Enquanto Novak Djokovic irá querer vencer o seu grande arqui-rival, até porque irá perder o posto de nº 1 mundial já esta segunda-feira, também tentará manter a invencibilidade no Complexo Olímpico de Pequim, Já, Nadal, irá tentar prosseguir com a sua fabulosa marca de 27 encontros vitoriosos consecutivos em Hard Court em 2013, e claro tentará demonstrar a sua superioridade diante do sérvio. No mano-a-mano, o espanhol leva a melhor com 22 vitórias e 17 desaires, e em finais leva ligeira superioridade (9-8), na já intitulada maior rivalidade do ténis mundial na Era Open. 

Fique aqui também com o percurso de Rafa Nada enquanto nº 1 mundial, ele que assegurou esta madrugada de Lisboa a sua "3ª vida como nº 1 mundial". 

sábado, 29 de dezembro de 2012

Mubadala World Tennis Championships

Abu Dhabi - Final
 
                                                                 Photo Clicrbs.com.br
 
N. Djokovic vs N. Almagro  6/7(5) 6/2 6/4


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A nova temporada de 2013 (ATP)

Para os amantes do ténis está por um fio o início da nova temporada. Depois de 2012 ter revelado o sérvio Novak Djokovic pelo segundo ano consecutivo como o “rei” do circuito, a época que se avizinha traz sempre novas expectativas. Quem serão os mais numa temporada como sempre longa e difícil? Quais as expectativas ? As revelações? As desilusões? E para nós portugueses quais os compatriotas que irão “emergir”? Estas não são respostas fáceis para dar, todavia, irei pouco a pouco reflectir sobre essas perguntas.
 
Uma vez mais: Quatro “galos” para um poleiro
Só um ano algo catastrófico irá “catapultar” um novo jogador para nº 1 ATP que não tenha no seu bilhete de identidade o nome dos quatro “mosqueteiros”. Nesta fase do campeonato nem todos certamente lá chegarão, mas ninguém lhes pode retirar, pelo menos de forma legítima, a ambição de alcançar tal feito. Todavia, para mim, dois partem nitidamente na “pole-position”.
 
N. Djokovic vs A. Murray: O novo “duelo” titânico?
Com Roger Federer a eleger cada vez mais os quatro Grand Slams praticamente como os seus “únicos” objectivos, sobram para os outros três os “papéis” de os mais “capazes” a terminarem o novo ano no posto mais alto do ATP World Tour. E nesse particular, se é verdade que “Nole” tem tudo para lá chegar, também é certo que Andy Murray parte para a nova época como nunca : com uma medalha de ouro dos “seus” Jogos Olímpicos (Londres), e o “caneco” do US Open do Verão passado "debaixo do braço". Já Rafael Nadal é uma tremenda incógnita. Mas vamos analisá-los um a um: